quarta-feira, 12 de abril de 2017

Ele prometeu, mas vai cumprir a promessa?


Não curta com a nossa cara, senhor presidente!
Promessas são dívidas e é honrado todo aquele que
as cumpre. Sendo assim, não dê esse mau exemplo
Para o presidente de um país, cumprir as promessas é fundamental para dar confiança aos cidadãos e cidadãs, mas, no Brasil...

Minha memória não é de elefante, mas recordo claramente que foi divulgado na imprensa que o presidente Temer afastaria todo e qualquer ministro que estivesse sob investigação judicial. É hora, então de afastar os seguintes ministros:

1.     Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil;
2.     Moreira Franco (PMDB), da Secretaria Geral da Presidência;
3.     Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia;
4.     Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional;
5.     Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores;
6.     Blairo Maggi (PP), da Agricultura;
7.     Bruno Araújo (PSDB), das Cidades;
8.     Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Promessa feita deve ser cumprida. Mas, que governo é esse que abriga oito suspeitos de crimes contra o erário? Ok, você pode argumentar a favor de Temer & Cia lembrando dos governos petistas, cujos integrantes agora estão também na marca do pênalti judicial, correndo o risco de ir para alguma penitenciária, como já aconteceu com o ex-governador do Rio de Janeiro. Ora, respondo que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Falo do cumprimento de uma promessa feita por um homem público que ocupa o mais alto cargo político da Nação. Se ele não cumpre a palavra, a mensagem é a seguinte: ninguém precisa ou mesmo deve cumprir a sua própria palavra. O exemplo é o pior possível, desse modo. 


Não se sabe se os oito são culpados e menos ainda se sabe se, sendo culpados, será possível provar suas responsabilidades nos malditos esquemas que enojam e envergonham o Brasil. Mas, palavra de presidente deve ser palavra de honra. 

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