segunda-feira, 21 de julho de 2014

PIB afundando, economia estagnada e desemprego em alta: prepare-se que o bicho vai pegar depois das eleições

Más notícias, não exatamente para o governo, que já as esperava, pois as viabilizou com sua política econômica, mas para nós, população brasileira. O Produto Interno Bruto brasileiro, que já estava crescendo pouquinho, crescerá menos ainda. Até outro dia, se falava em 1%, mas a projeção mais recente dá conta de que subirá apenas 0.97%.

Para 2015, as previsões são ruins, mas pelo que o Banco Central (BC) projeta para o ano que vem, parecem até animadoras. Segundo o BC, a previsão é de crescimento de aproximadamente 1,50%. Uma titica, mas é o que temos de melhor, pois há quem diga que o PIB se manterá estagnado, ou quase. Os alarmistas e catastrofistas falam em queda e os veículos internacionais, como o Financial Times e a revista The Economist, já andam avisando, há muito tempo, que a coisa vai de mal a pior. 

Falando em queda, a produção industrial promete cair neste ano algo em torno de 1,15%, com perspectivas de piorar. Aliás, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) já disse que o setor está pessimista ao extremo e espera atividade industrial mais fraca ainda para o segundo semestre.

No mercado de trabalho, orgulho do governo (1), as notícias também não são nada animadoras. O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) aponta que a criação de vagas em junho de 2014 é a menor desde 1998 e o fechamento de vagas suplantou a criação: 28,5 mil. Por conta disso, o Ministério do Trabalho já trabalha com uma estimativa de 1,1 milhão de vagas criadas em 2014. Até pouco tempo atrás, se falava em 1,5 milhão. Segundo línguas viperinas, pode chegar a menos de 1 milhão, no segundo semestre. 

Se você acredita em Deus, reze. Ano que vem, tudo indica, vamos ter recessão. E das brabas, dizem alguns especialistas. 

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(1) O governo brada aos sete ventos que o desemprego é historicamente o menor, sem contar que, na verdade, os seus programas assistencialistas é que têm produzido esse resultado maquiado. Com pequenos truques de prestidigitação, consegue-se o efeito esperado de um índice de desemprego baixo. Lula, Dilma, Mantega & Cia jamais vão ficar desempregados: se o bicho pegar, qualquer circo vai querer contratar mágicos tão eficientes. 

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