quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

VERGONHA: Favela do metrô: um dia de fúria - por Francisco Chaves

Armas contra a população desarmada? É para defender os
aristocratas da FIFA e os amigos de Paes, Cabral, Lula e Dilma. 
Enquanto estamos aqui, eu e você, infelizes mas tranquilos na frente da tela, o governo terrorista do Rio, com o apoio do Governo Federal "de esquerda" (para inglês ver), pode estar massacrando mais pessoas predominantemente pobres e negras em algum lugar, simplesmente para fazer estacionamentos para a merda da Copa do Mundo, que não nos trará praticamente nada de bom (para nós não, mas para meia dúzia de amigos do Eduardo Paes, Sergio Cabral, Lula e Dilma... ah, já está sendo uma festa - e com o nosso dinheiro). 

É uma vergonha, mais uma, mas o governo "de esquerda" vem se gabando de reduzir a miséria e conseguir empregos. Tolo é o que crê apenas no que os seus olhos mostram. O problema é que a economia afunda e, em breve, ou seja, passadas as eleições, o bicho vai pegar, inevitavelmente. Se não há produção, não há prosperidade. Mas, a presidente, com toda sua maquiagem no rosto e nas contas, nega isso. O que ela quer é manter a boquinha, a sua e de seus comparsas, parece claro, incluindo Paes e Cabral.

De todo modo, o pior é que as opções do outro lado também não animam nem um pouco...


Cabral, Lula, Dilma & Paes: juntos na promoção dos massacre dos mais pobres.
São daquele tipo: por detrás do perfume de belas palavras, o fedor das más intenções.
Massacres têm apoio da "esquerda" arrivista

Os massacres das populações pobres no Rio é, hoje, apoiada pelo governo "de esquerda" que ocupa o poder no plano federal. Parece mentira, mas é real. 

Leia, abaixo, relato de Francisco Chaves, abaixo, sobre mais esse ataque covarde do poder público terrorista à população, com o uso de sua tropa de dominação colonial, a PM. Hoje, basicamente a PM vai se tornando uma tropa de defesa de riquezas e mandatos políticos. Não tem, para nós, população sem mandatos e que somos amigos de Cabral, Dilma, Lula ou Paes, qualquer sentido de existência. 
Um policial armado de fuzil dito não mortal replicava em alto brado "Prende aquela piranha, vai lá prende porra! Saí daqui seus porras, vou meter tiro de borracha nas crianças, joga gás e bomba neles, olhe o gordo segura ele, traz pro camburão os dois, traz a garota grávida, foi ela que jogou pedra na gente" 
As imagens sugerem aquilo que muitos já disseram em redes sociais, nas ruas, em todo lugar: não está assim tão louco quem classifica essa polícia, hoje, como bandidos de farda. Agem como bandidos e contra a população, cumprindo ordens, é claro, o que não diminui em nada a gravidade de seus crimes. 


Uso de força desproporcional é característica dos covardes
E houve o morador que disse o mesmo que já ouvi de um ex-policial no Rio. Ele dizia: "Cuidado com eles, que andam cheirando demais" (Eles são os PMs). Repito, ouvi isso de um ex-policial, hoje agente de segurança em uma empresa. Se é verdade, como parece ser, então não temos uma polícia que nos dê segurança, mas bem o oposto. 

Copa do Mundo = estado de sítio para nós

E o nosso glorioso governo "de esquerda" já preparou e treinou mais uma tropa de dominação colonial, a Força Nacional, para atacar a população durante a Copa do Mundo, garantindo, assim, o lucro da FIFA e dos empresários ligados a esse evento pernóstico. 

Cuidado, pois tudo indica que haverá tribunais de exceção durante o evento e tudo pode acontecer quando os governos perdem a vergonha e assumem claramente o terrorismo. 

==================================


Sem moral, os governos da cidade do Rio, do Estado e da União, usam a força bruta.
E agora, tropa de choque petista? É assim que vocês governam? 
Favela do metrô: um dia de fúria

O sol de 1/2 dia na moleira. Verão a pino. Um trânsito caótico. Os choros, os gritos de raiva pelas injustiças. As reclamações dos que sempre são esculachados pela truculência imoral e letal da PMERJ. Prisões. Bombas. Pimenta. Pistolas letais. As injúrias de um despejo. A arbitrariedade do desmando cotidiano aos negros e pobres. 

Essas foram as "tags" da manhã de hoje na Favela do Metrô, sitiada & situada na avenida São Francisco Xavier. Um morador, já revoltado com esse quadro macabro reclamava "desde sábado esses polícias da UPP da Mangueira e os policiais cheirados do 4º batalhão, pois é, são viciados, eles pedem pra nós subirmos e pegar pó pra eles. Foram eles que mataram o Uellington, garoto trabalhador, família. Aqui falta de tudo, só não falta polícia bandida".


Há mais de um século que a única instituição do Estado que visita as favelas
é a polícia: segundo se conta, inclusive na matéria, para recolher a propina,
pegar pó, humilhar, bater e matar com a certeza da impunidade. 
Um policial armado de fuzil dito não mortal replicava em alto brado "Prende aquela piranha, vai lá prende porra! Saí daqui seus porras, vou meter tiro de borracha nas crianças, joga gás e bomba neles, olhe o gordo segura ele, traz pro camburão os dois, traz a garota grávida, foi ela que jogou pedra na gente". 

A tristeza de se ver uma população esquálida e abandonada como essa da Favela do Metrô é de arrepiar. Mulheres. Meninas grávidas. Bebês em choro compulsivo. Homens desempregados, meninos sem escola. Sem nada. São os "SEMSEM", OS SEM VIDA, OS SEM NADA. 

Selma Maria com seu bebê no colo, uma jovem menina, já mãe, tentava explicar aquela impiedosa situação. "Na época da eleição o Eduardo Paes, veio aqui, disse que ia fazer nesse terreno uma comunidade de trabalhadores do mercado de mecânica em automóveis, são muitas lojas de conserto de carros, toda as pessoas vêm aqui, somos uma necessidade. Não pode agora, esse prefeito derrubar nossas casas pra fazer estacionamento pra copa do mundo. E nós vamos ficar de que jeito!" 


Sem palavras
Um grupo de PMs armados entra num beco da favela, todos gritam desesperados. Um policial enlouquecido empunha uma pistola e ameaça atirar em um rapaz algemado no meio dos moradores. "Vai filma esse louco, olha a arma dele, é só isso que eles só sabem fazer matar, vai, vai velho, filma o PM, olha a pistola dele, Cuidado Zé eles são bandidos, depois dizem que os meninos é que são malvados, são os covardes de farda, esses PMs". 

O contexto social do local é o protótipo da exclusão no Brasil: Negros. Pobres. Esgoto a céu aberto. Bicas sem água. Casas sem luz, chão enlameado. Baixa autoestima. Desassossego. Arbítrio. Solidão. Revolta. Um senhor, meio que escondido desse dia de fúria, faz questão de dizer "Por isso voto nulo, o povo é sem educação, o governo quer submissão, mas, o morro vai descer, aí os brancos vão correr pro morro, ou vão morrer de medo".  

Texto e Fotos de Francisco Chaves

Veja também, se tiver estômago, vídeo sobre a nojeira descrita acima: http://www.youtube.com/watch?v=eucpbeJmUQg

Nenhum comentário:

Postar um comentário