quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Rio está no papo, comemora o time de esquerda mais à direita do Brasil

Ok, Deus pode até ser brasileiro, mas
certamente não é fluminense, muito
menos carioca. Lançou sobre o Estado
e sua capital uma maldição semelhante
a de Sodoma e Gomorra. Tudo isso
em forma de gente (dizem), com nome
de gente e até aparência de gente. 
E o seu desconto? De quanto será? Esse governador do Rio é muito gente boa mesmo...

E quanto a passagem terá de desconto? Ah, isso é outra história..., dizem os amigos do Cabral. 

Cabral é amigo do Lula, aliado próximo da Dilma. Aliás, ontem esteve com ela, que garantiu que o jogo eleitoreiro continua e vão fazer muitas inaugurações. Dizem, lá no Rio, que estão inaugurando até despacho em encruzilhada. 

Mas, o que não se conta é que o desespero é grande e parece que não vai ter composição em 2014. Lindberg Rocha sai pelo PT e o Pezão (vice do Cabral, mais mal falado do que o titular, me dizem) pelo PMDB(*). 



Garotinho quer ser governador novamente.
Segundo o político campista, o governo de Cabral
consegue ser pior do que foram o seu e o de sua
Garotinha, juntos e de mãos dadas.
Assim sendo, a escolha eleitoral parece ser
algo próximo a morrer afogado ou queimado.
Em qualquer das opções, a população
carioca será certamente crucificada.
No Rio, ganhe quem ganhar, o governo comemora

O Garotinho, aquele que já foi governador, que já pôs a mulher governadora e tudo o mais, está bem na foto e lidera as pesquisas (isso pode significar, no máximo, que pagou-as, dizem nos becos). É político de Campos dos Goytacazes, aquela cidade ali do norte fluminense que ficou famosa por conta de petróleo e pelo Americano, um clube que foi muito festejado no tempo em que um tal "Caixa d'Água" tomava conta do futebol do Rio de Janeiro. 

Quem ganha? Ou quem pretende ganhar? Na certa, dona Dilma, que sobe em três ou quatro palanques lá. Tanto faz quem fature a eleição fluminense, a presidenta maquiada quer mesmo é São Paulo e o Padilha já está em campanha há mais de ano, com o Mais Médicos, uma maquiagem eleitoreira com pretensões eleitorais e que, de lambuja, rende alguns trocados (gentilmente cedidos por mim e por você) aos hermanos de Fidel, que fofocam ser mui amigo de Rockefeller e, conta-se à boca pequena, tem uma fortuna incompatível com seus ideais socialistas. Mas, sabe como é, "o povo é maldoso" e tudo isto é maldade pura, você bem sabe.

Padilha mostra que tem bom coração e acredita até
mesmo que a comida do McDonald's faz bem à saúde. 

Objetivo é reeleição da maquiada e a conquista de São Paulo... 

O objetivo do PT nesta eleição é conquistar São Paulo e reeleger Dilma, não necessariamente nessa ordem. No Rio, todo mundo é muito confiável e não parece haver perigo. Os mais pobres do Rio de Janeiro podem esperar que o inferno continua, dizem certos avatares. E os movimentos populares podem esperar uma polícia truculenta e imoral como nunca, cantam os profetas embriagados (**). 

A batalha final vai se dar em São Paulo. Os petês querem desalojar a tucanada de lá. Curioso é que, conforme o próprio Lula teria dito, o Padilha parece mais tucano que os próprios tucanos. 

Mas, só ele, cara pálida? A diferença fundamental entre PT, PSDB e PSB parece estar nas letras, apenas.

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(*) Já ouvi até dizer que o sujeito não tem curriculum e sim ficha corrida. Dizem, mas não posso confirmar isso já que não tenho qualquer ideia de quem seja o Pezão, nem de quanto calça para justificar o apelido. Pode ser maledicência, pois, como se dizia insistentemente nas ruas do Rio, "o povo é maldoso". Mas também se dizia muito que onde há fumaça certamente há fogo. 

Quanto ao Lindberg, também não é exatamente uma flor perfumosa, segundo a sabedoria das ruas cariocas, aquela cantada em prosa e verso por João do Rio. Parece que foi prefeito ali perto e, virgem Maria, o que contam dele é de assombrar. Mas, nada ouço, nada vejo e nada digo. 

(**) Ah, tá, é muito moral e ético forjar a posse de morteiros para prender um moleque de 15 anos, fora tudo o que foi visto neste ano que passou, sem contar as bombas lançadas em um hospital e em bares ali da Praça São Salvador, em Laranjeiras e sem mencionar uma série de outras mazelas que só a PM carioca parece poder proporcionar. Nem vamos comentar as agressões troglodíticas a jornalistas e as óbvias ações da P2. 

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