sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ex-vice-presidente da seção Manhatann da JPMorgan sugere haver indícios que instituição é lavanderia de dinheiro sujo

Mas, será que não podemos confiar nem
numa instituição respeitável como essa?
Tradução livre do texto publicado em http://www.icij.org/offshore/jpmorgan-chases-record-highlights-doubts-about-big-banks-devotion-fighting-dirty-money, sobre a possível participação da JOMorgan na lavagem de dinheiro. 

No verão de 2009, Jennifer Sharkey andava com companhias seletas. Como uma vice-presidente de gestão de fortunas privadas do grupo JPMorgan Chase, ela estabeleceu relações com 75 clientes de "alto patrimônio líquido", cujos ativos totalizam mais de meio bilhão de dólares. 

As coisas mudaram para ela, diz, depois que ela levantou dúvidas sobre um cliente estrangeiro “suspeito” que tinha milhões guardados em várias contas no banco. 

O cliente estava fazendo questionáveis transferências de dinheiro e ocultando quem realmente possuía certas contas, de acordo com uma ação judicial que Sharkey está abrindo no tribunal federal de Manhattan. Ela também descobriu evidências, segundo a ação, que o cliente falsificou demonstrações financeiras para uma de suas empresas e que estava envolvido no "desaparecimento inexplicável" de milhões de dólares em mercadorias em outro empreendimento.

De acordo com sua petição, depois que ela alertou os altos-funcionários do banco que o cliente poderia estar envolvido em fraudes e lavagem de dinheiro, a JPMorgan se apressou em lhe calar – pressionando-a para que parasse de levantar questões sobre o cliente, transferindo seus outros clientes para outros colegas e, finalmente, demitindo-a. 

"Eu estava apenas fazendo o meu trabalho", Sharkey disse em uma entrevista ao Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (International Consortium of Investigative Journalists – ICIJ – entidade que tem investigado a circulação financeira nos Paraísos Fiscais numa investigação batizada como OFFSHORE LEAKS). Mas, para o banco, disse ela, "era mais importante para manter esse cliente do que fazer a coisa certa".

(...) 

Ao longo dos anos, JPMorgan Chase e seus antepassados corporativos foram acusados de servir como canais para dinheiro controlado por traficantes, mafiosos e déspotas políticos, agindo como ímãs para a "fuga de capitais" dos ricos sonegadores da América Latina e outras regiões. O banco também teve participação, segundo a petição judicial de Sharkey, em grandes fraudes fiscais nos escândalos da Enron e da Madoff.

(...)

O resto você lê em http://www.icij.org/offshore/jpmorgan-chases-record-highlights-doubts-about-big-banks-devotion-fighting-dirty-money 

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